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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Inspiração: Dia das crianças!


Quando eu era mais nova, ficava ansiosa para o dia das crianças chegar logo. Não só pelos presentes. Depois do natal e do meu aniversário, essa data era a mais mágica pra mim. Aqui na minha cidade, a prefeitura costumava alugar alguns brinquedos (pula pula, escorregador, trenzinho…) e deixar na praça – sem custo – para as crianças. Fila não era problema. Lembro como se fosse hoje de como eu ficava ansiosa pra chegar a minha vez. Época boa né?! Poucos problemas, e única tarefa obrigatória: Brincar!
Pra trazer um pouco desse clima pra vocês, resolvi fazer com que esse seja o tema da tag inspiração nessa semana! Espero que que seja útil também para as leitoras fotografas que precisam de ideias quando crianças estão em foco.
(leia mais…)

Os textos de Gaefke


Foi procurando a autoria da frase ?"Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura", que cheguei por acaso até um autor brasileiro chamado Paulo Roberto Gaefke.
Tudo começou quando li essa frase em algum tumblr. Curiosa, resolvi buscar na internet o nome de quem escreveu tal verdade sobre mim e muito provavelmente, trazer para a tag "entre aspas" e apresentar pra vocês.
Depois de muita pesquisa e investigação, fiquei ainda em dúvida de quem era o autor. É impressionante como cada vez mais, as autorias se confundem na internet. Acredito que isso seja "culpa" das redes sociais. Nunca frases como essas, foram tão citadas por aqui. Não pensem que eu estou julgando quem faz isso, muito pelo contrário. Faço isso diariamente.
O problema é que de trecho em trecho e post em post, os créditos vão se perdendo e se misturando. No final, sobra um tal de  "autor desconhecido" ou, grandes nomes da literatura, levam crédito de textos que nem são de autoria deles. Vejo isso acontecer sempre com Clarice, Dummond, Fernando Pessoa e até William Shakespeare.
Bem, depois de ler o post do Mauricio Stycer, descobri que a frase não é nem de Drummond nem de Gaefke. O texto que anda acompanhado dela pela internet é sim de autoria do Paulo, mas a última frase, essa é de Fernando Pessoa  em “O Guardador de Rebanhos”, de Alberto Caeiro).  Desfeita a confusão, aproveitei a oportunidade pra saber um pouco mais sobre aquele desconhecido autor de sobrenome difícil. Cheguei até o site Meu Anjo e fiquei encantada por cada texto e palavra escrita ali.
Ele é programador e autor de dois livros de poemas, publicados por conta própria.  Criou o site "Meu anjo" em 2000, assinando todos os seus textos com o bordão  “eu acredito em você”- e o seu primeiro nome, Paulo. Com uma talento, boa escrita e muito sentimento, seus textos começaram a fazer sucesso na internet. Cada leitor os repassava acrescentando ou misturando com outros que não eram sua autoria.  Graças a isso, diversas mensagens do Paulo estão por ai sem a devida "paternidade", como ‘Revolução da Alma’, que atribuem a Aristóteles (sic), ‘Paciência’, atribuída ao Jabor, e a clássica ‘Recomeçar’ (que também é conhecida por ‘Faxina na Alma’)”.
Atualmente, seus textos estão espalhados pela vida, alguns no “Mais Você”, lidos com a emoção da Ana Maria Braga, em diversos jornais no Brasil, na Itália, Portugal e até do outro lado do mundo, no Japão, passando pela Austrália e até na Nova Zelândia.
Ficou curiosa pra saber mais sobre o trabalho do Paulo? Corre no site e aproveite cada texto!
Somos sortudas por termos nessa geração, autores como ele.
“Mesmo perdidos em nossos devaneios,
não deixamos de desejar dois destinos:
um quer a glória passageira da fama,
Outro quer apenas
a vitória sobre nossos dramas,
ser feliz no anonimato do tempo.”

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Ciclos que se findam

Incrível como em um mês ciclos inteiros se fecharam. E não me refiro apenas ao Doutorado. Listaria uma dezena de coisas que, finalmente, tiveram seu ponto final em minha vida.

Ao que parece meu fascínio por maquiagem, por exemplo, passou. Cansei de comprar qualquer coisa de qualquer marca (o mais irônico é que acabei de assinar a tal da Glossy Box que ainda nem chegou). Enjoei, simples assim. Minha vontade é de sair desfazendo de tudo o que acumulei nestes dois últimos anos. Ficar com a meia dúzia de MAC que me atende, e bem, e pronto. 

Eu que era a rainha das bolsas - alunos de uma escola, certa vez, contaram quantas eu tinha e chegaram a um número que assustou até mesmo a mim - hoje uso apenas uma. Na arrumação que fiz no último final de semana deixei meia dúzia no armário. O resto, foi para doação. Pra que tanta bolsa, meu Deus?

E as caixas vazias de maquiagens? Que vergonha! 
Foi tudo pro lixo!


A verdade é que os ciclos se findaram de maneira hiperbólica em minha vida. E não foi apenas no dia da defesa. Sábado eu decidi fazer uma limpa e destralhar dois cômodos: quarto e escritório. Saldo? 12 sacos de lixo. Todos de 100 litros. Um deles continha, sozinho, versões antigas da minha tese. Outros dois, roupas para doação. O restante: lixo. Lixo e apenas lixo. Como uma pessoa pode guardar tanto lixo?


E eu ainda nem acabei. Estou ficando velha e ao que parece não aguento o ritmo antigo das arrumações. Hoje faço-as aos pedaços. No final de semana que vem tem mais. 

Acredito que esses momentos ajudam a fazer as energias circularem - e olhem que pouco tolero essas coisas místicas de energias. 
Mas entendo que, em outras palavras, abre espaço para coisas novas nessa nossa vida já tão cheia de tudo.

E o blog também fará parte dessa arrumação. E devo a máxima satisfação aos leitores todos que me acompanharam neste tempo todo.
As postagens já não mais serão diárias e não pretendo mais falar de variedades. 

Na verdade, estive quase não pretendendo mais falar de nada. Por um átimo de segundo não deletei este blog também. Ainda bem que não o fiz. Acho que agora estaria arrependida... 

Os ciclos se findam, pessoas. O blog nasceu porque eu precisava desopilar minha mente e minha vida do peso que era estudar para o doutorado E continuar trabalhando. A vida urgia lá fora e aqui dentro e eu precisava torná-la mais leve. E graças às pessoas que encontrei neste mundão virtual devo dizer que sim, ela ficou muito mais leve mesmo. Agradecerei eternamente o carinho que encontrei por aqui. Mas hoje, falar de batom, moda, maquiagem, visitar blogs todos os dias, comentar, já não responde mais ao meu ritmo de vida e às minhas afinidades eletivas. Embora eu ainda adore falar de livros e fazer vídeos. Portanto, que se faça a transição. Necessária e indolor. 

Quem me acompanha?

Estou lendo!!!

 




Famílias terrivelmente felizes
Marçal Aquino
Editora Cosac Naify (essa cara)
232 páginas
Para mais informações, clique aqui
Estou lendo porque eu gosto do Marçal Aquino e porque
achei o título deste livro maravilhoso.
Se quiser começar por ele, aconselho que leia:
"Eu ouviria as piores notícias dos seus lindos lábios"
(Tem como não ficar com vontade de ler os títulos dele? =)
Marçal, seu lindo, te dou casa comida e lápis apontado!)

Por enquanto, estou no lucro.

Primeiro eu estranhei.
Depois eu comecei a ver a profusão de posts e reclamações e comemorei meu controle por ter ignorado a tentação.
Em seguida, comecei a sentir certa inveja das caixinhas das outras, conhecendo um leve sentimento de arrependimento misturado a um primitivo impulso.

E por último eu fui lá e assinei a tal da Glossy Box.

Uma resenha em poucas palavras e três fotos.

Ela chega super bem embrulhada:


E sei lá, eu sou boba, eu sou tontinha, eu fico feliz com tão pouco que só a caixa e toda a sua prepotência já até me deixou assim, sorridente=P

E como tem toda essa aura de presente e tal, o ritual de "abrir a embalagem" é delicioso!




Aí você abre achando que vai encontrar um óleo de argan, um namorado, um livro da clarice autografado, um sapatinho de cristal e o que encontra?


Você encontra, cara amiga, um não, mas logo TRÊS cremes para usar no rosto, exatamente quando sua pele do rosto grita a pior fase da sua alergia (ao que parece, terminar o doutorado não foi a solução). E, para completar, cara amiga, encontra um lápis duo para os olhos da Eyeko quando qualquer coisa para os olhos que não seja livro não lhe desperta mais o menor interesse.

De modo que aquele sabonetinho ali, do canto inferior direito da foto, é o único item que me arrancou qualquer suspiro.
E nesta relação custo benefício, pensar que paguei nele os 40 reais da Glossy Box não está sendo nadinha engraçado.

Somando sabonete mais caixa, digamos que eu sou uma pessoa muito classuda, muito rica, muito fina, muito chique, afinal, quem mais aí gasta 40 reais assim, num estalo sinestésico?

O dia que entendi que o amor é mais do que três palavras


Hoje foi um dia como outro qualquer. Assisti minhas séries, baguncei o meu quarto e vesti o meu jeans predileto.  Esse poderia ser só mais um de outros milhões que ainda virão, mas por um motivo que não vem ao caso agora, entendi talvez a coisa mais importante de toda a minha vida.
Tudo aparentemente está como sempre, mas será que isso é tão verdade pra você quanto é pra mim? Por odiar tanto essa incerteza, questionei mais uma vez meus sentimentos. O que anda acontecendo com a gente? Por que tanto silêncio? Acabou? Se acabou, realmente existiu algum dia?
Eu só quero minhas antigas certezas de volta…
Sempre acreditei que o amor é bem mais do que três palavras bonitas que fazem tudo ficar bem ou parecer certo no fim do dia.  Tem a ver com olhar para o outro, e enxergar um lugar desconhecido dentro de nós. Perceber então que entre um órgão e outro, existe algo que não podemos explicar. Nem os cientistas, nem os religiosos, e nem nós, escritores.
Amor não é sinônimo de posse. A presença embora importante, sozinha, não traz felicidade. Ninguém vive preso a ninguém pra sempre. Precisamos mais do que "qualquer coisa" pra dormir com a certeza de que valeu a pena tanto esforço e sacrifício.
Sabe de uma coisa? Nós nunca vamos entender o amor, justamente porque não podemos controlá-lo. Seja dentro, ou fora de nós. Cada um vai crescer, e aprender sozinho, como sobreviver a ele. Alguns vão se casar como nos contos fada e ver algum dia, os filhos se formando na faculdade, outros vão passar a vida sentados em um bar, revivendo momentos que nem existiram de verdade.
Ao contrário do que dizem por aí, o amor não tem um final certo e feliz.  Hoje você vai sorrir e escrever uma carta de amor, mas amanhã quem sabe, ele pode te fazer chorar mais do que qualquer outro dia.

Como usar Sapatilhas!

sapatilhas-como-usar
As sapatilhas, conhecidas lá fora como flats, são uma das nossas opções de calçados mais confortáveis e por isso, indispensáveis no dia a dia. Com inspiração no Bullet, elas tem o poder de deixar o look mais feminino e romântico.  Por serem tão práticas e terem uma variedade imensa de modelos e materiais, elas combinam com qualquer estilo, corpo e ocasiões. Eu por exemplo, uso para ir ao colégio, e às vezes quando não estou afim de usar salto, sair no final de semana.
HISTÓRIA
Até meados do século XVI, poucas pessoas curtiam usar salto (para que vocês tenham noção, até os homens da época usavam algo parecido com as sapatilhas que usamos hoje ). Tudo começou a mudar quando Catarina de Médici, rainha consorte da França durante o século XVI, pediu ao seu sapateiro real que colocasse 2 cm de salto em seus sapatos de casamento, e o mundo inteiro quis copiá-la, claro!
Depois disso, as sapatilhas só teriam fama novamente graças à essa outra francesinha, a Brigitte Bardot. Ela, que fez ballet clássico durante muitos anos, pediu para Rose Repetto, que fizesse um modelo de sapatilha que ela pudesse usar no dia a dia. O resultado foi o modelo Cendrillon, criado em 1956, que BB amou muito e usou numa cena em que dançava mambo no filme “E Deus criou a Mulher”, de Roger Vadim, e também no tapete vermelho do Festival de Cannes daquele ano.
A popularização mesmo veio só um ano depois, quando a também queridinha Audrey Hepburn usou “ballerinas” no filme “Cinderela em Paris” – inclusive com vestido de gala.  Desde então, cada vez mais, elas têm encantado as mulheres.
COMO USAR
(1) Quem tem a perna mais grossa feito eu, deve dar preferência ao modelos laterais mais fechadas, para evitar o efeito de "pé esparramado".
(2) Para  uma festa ou balada, abuse de sapatilhas com cetim, verniz, e paetês. Tudo o que tem brilho deixa o visual mais festivo né?
(3) Não há cores ou estampas proibidas, nós pés tudo é valido, tome um pouco de cuidado ao combinar a estampa da sapatilha com a roupa.
(4) As baixinhas também podem usar sapatilhas, escolha as mais cavadas dos lados, e com cores mais claras para não cortar a silhueta.
(5) No verão, combine as sapatilhas com shortinhos, saias e vestidos (rodados ou não), sempre lembrando que, devemos compensar a nossa altura alongando nossas pernas, para isso as roupas devem ser um pouco mais curtas.
Agora, separei alguns looks das estilosas do lookbook para que vocês se inspirem e criem looks diferentes e ousados com suas sapatilhas!
sapatilhaevestido
sapatilhacomcalça
sapatilha-com-shorts
saia-e-sapatilha
ONDE COMPRAR?
onde-comprar-sapatilha
Repararam que algumas das sapatilhas que as estilosas do lookbook usam são super ousadas e diferentes? Muitas delas são de marcas que a gente ama como Melissa e CKJ. Lá na loja virtual Glamour, encontrei esses modelos super fofos acima (Amei essas metalizadas!). Então, fica a dica pra quem leu esse post e ficou afim de comprar logo uma.